Eu sinto na alma estas tardes alongadas de verão
Em cálidos sopros, bafejam calores de um sol soberano
Que se derrama sobre todas as casas, sobre todas as coisas
Estação, ciclo, tempo, meu sim, meu não
Derramo ao vento palavras que não sei ouvir
Em meus ouvidos, o sussurro do nada fala mais alto
Sobressalta-se uma parte adormecida
Em minha pele, o beijo eterno das horas vazias
É o tempo que não me deixa,
A alma que não sinto,
O eu que não sou.
(em 31/12/08)
Quinze passagens do livro de contos O cavalo do bandido sempre sai na
frente, de Rodrigo Melo
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“Lavar louça me faz evoluir. Há quem pratique ioga, quem vá ao culto,
outros precisam mentir, roubar e até matar. Eu lavo louça. A água escorre
suavemen...
Há 2 semanas
